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Professor universitário relata experiência de estudar em Londres

  • Foto do escritor: Jonas Barbetta de Souza
    Jonas Barbetta de Souza
  • 29 de jul. de 2025
  • 3 min de leitura

Aluno da Teacher Nadia Mota, Pedro Vaz ganhou uma bolsa de estudos e viajou à Inglaterra para aprimorar ainda mais o conhecimento da língua inglesa


Conseguir uma oportunidade de fazer um curso no exterior, ainda que por curto período, é um sonho que muita gente deseja realizar. Pedro Vaz, professor universitário e doutorando em História Econômica pela Unicamp e também aluno de inglês da teacher Nadia Mota desde 2021, viveu a experiência de estudar durante 15 dias em Londres em julho de 2025.


Nessa entrevista, ele relata como foram os primeiros contatos dele com o inglês, os desafios e dá dicas para quem quer seguir evoluindo cada vez mais no idioma.


O aluno da Teacher Nadia Mota, Pedro Vaz em Londres (foto: arquivo pessoal)
O aluno da Teacher Nadia Mota, Pedro Vaz em Londres (foto: arquivo pessoal)

Blog da Teacher Nadia: Como foi no início do seu aprendizado de inglês? quais eram suas principais dificuldades?


Pedro: Meu primeiro contato com o inglês se deu através de técnicas de gravação de frases e leitura comparada. Na adolescência, minha professora utilizava métodos de repetição para nos ajudar a memorizar frases básicas. Durante minha juventude e graduação, tive acesso limitado ao ensino formal do idioma, mas desenvolvi o hábito de estudar textos em inglês com suas respectivas traduções para ampliar meu vocabulário. Só fui ter um contato mais regular com o inglês durante a pós-graduação. Enfrentei desafios em todas as habilidades linguísticas: escrita, leitura, compreensão oral e expressão verbal. Embora a leitura fosse meu ponto mais forte, ainda assim encontrava dificuldades nessa área.


Como foi sua evolução no aprendizado ao longo dos anos?


Meu progresso sempre foi mais lento do que eu esperava. Minha rotina, por muito tempo, dificultou meu avanço no aprendizado. Só depois que passei a estudar inglês com mais regularidade e, especialmente a partir de 2020, é que meu desenvolvimento começou a acelerar. Hoje, tenho clareza de uma coisa: quanto maior a exposição ao idioma, mais rápido é o progresso.


Como foi sua experiência em Londres? o que você mais utilizou lá que você aprendeu com a teacher Nadia?


Foi um curso de curta duração de inglês na escola Bayswater. Lá eu pude aprimorar as quatro principais habilidades linguísticas: escrita, leitura, compreensão oral e expressão verbal. Eu ganhei a bolsa através de um edital da Fundação Tide Setúbal. O edital era específico para professores negros na área de Economia. A bolsa não custeou a totalidade dos meus gastos, mas conseguiu cobrir os custos da acomodação e das passagens até Londres. Minha experiência em Londres foi muito boa. Conheci diversos lugares e vivi momentos marcantes. Alguns aprendizados se destacaram: primeiro, eu achava que não conseguiria me comunicar direito, mas acabei me saindo melhor do que esperava. As aulas de conversação e gramática com a Nádia foram essenciais, me ajudaram a expandir o vocabulário e a formar frases coerentes com meu repertório. Além disso, o convívio diário e as aulas em Londres melhoraram minha compreensão auditiva. No começo, minhas dificuldades eram evidentes, especialmente para entender o idioma falado. Embora tenha evoluído nesse aspecto, eu não voltei fluente. Percebi que a fluência exige prática consistente e método. Não surge magicamente com uma viagem, seja de 15 dias ou cinco anos.


Quais as dicas que você dá para quem está começando a aprender inglês e seguir firme, sem desistir no caminho?


Eu daria três dicas básicas. A primeira delas é criar uma cultura e rotina de estudo. Não tem jeito. Isso exigirá certa organização e conciliação e doses de dedicação de alguns minutos ou horas de sua vida. Se você tiver um objetivo aliado a esta rotina de estudo ficará mais fácil ainda, como uma viagem pessoal, um teste acadêmico, um objetivo profissional. A segunda delas é você ter paciência consigo mesmo e com o seu contexto externo. Nem sempre avançaremos no ritmo que sonhamos. Nem sempre o contexto externo vai favorecer e, pior, não temos controle sobre ele. Está tudo bem você falhar. O importante é não desistir do estudo e do objetivo. A terceira delas é: se exponha o máximo que conseguir à língua inglesa. Atualmente, eu estabeleci a meta de ouvir todos os dias ao menos um programa do "6 Minute English BBC" no Spotify, além de ter um aplicativo de inglês de apoio para práticas diárias. Enfim, resumidamente, método RPE (rotina, paciência e exposição).



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